O desafio 

Os insetos polinizadores transferem pólen entre as flores, processo fundamental para a formação de frutos e sementes. Eles contribuem diretamente para a conservação da biodiversidade, o equilíbrio dos ecossistemas e a produção de alimentos. No entanto, a perda de habitat, o uso de defensivos agrícolas e a mudança do clima ameaçam a sua sobrevivência. 

A solução 

O projeto Poli-LAC visa ampliar as práticas de gestão e governança que promovem a conservação dos insetos polinizadores em cinco países: Brasil, Costa Rica, México, Paraguai e Peru. Para isso, promove a gestão do conhecimento, o desenvolvimento de políticas públicas e soluções financeiras, bem como a implementação de práticas amigáveis aos polinizadores e ferramentas de monitoramento em paisagens selecionadas.    

Principais resultados 

  • Grupos de trabalho regionais criados para promover a troca de conhecimento e a cooperação entre os países.  
  • Critérios específicos para a proteção de insetos polinizadores incluídos no edital do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) para quintais produtivos implementados por mulheres.  
  • Agricultores na região piloto, a Chapada Diamantina, na Bahia, sensibilizados sobre a adoção de práticas amigáveis aos polinizadores em suas propriedades. 

Local de atuação 

Chapada Diamantina, Bahia, Brasil.  

Por que isso importa para o Brasil 

O projeto contribui para o desenvolvimento sustentável ao aumentar a produtividade agrícola aliada à conservação da biodiversidade, integrando a proteção de polinizadores em políticas públicas e soluções financeiras que incentivam práticas amigáveis na agricultura. 

Próximos passos 

Apoiar a implementação de práticas amigáveis aos polinizadores e ferramentas de monitoramento nas propriedades selecionadas na Chapada Diamantina.  

Contato 

Maria Olatz Cases: maria-olatz.cases@giz.de 
William Goulart: william.goulart@giz.de 
Maria do Socorro Oliveira: socorro.oliveira@giz.de 
Felipe Moura: felipe.moura@giz.de