O desafio
Governos, empresas e consumidores têm intensificado seus esforços para promover cadeias produtivas mais sustentáveis, contribuindo para a proteção das florestas, a mitigação das mudanças climáticas, a conservação da biodiversidade e o atendimento às demandas dos mercados internacionais. No entanto, esses esforços precisam ser ampliados e replicados.
Principais resultados
O projeto iniciou sua fase de implementação em janeiro de 2026 e tem como objetivo replicar e ampliar cadeias agrícolas livres de desmatamento e conversão para os três produtos mais exportados da América Latina para a União Europeia: soja e carne bovina, no Brasil e na Bolívia, e café, na Colômbia e em Honduras.
Para alcançar esse objetivo, o projeto desenvolverá atividades estruturadas em quatro componentes:
- Governança: Apoiar a implementação de políticas públicas e de estruturas de governança que promovam as cadeias de produção livres de desmatamento e conversão.
- Fortalecimento de capacidades: Aprimorar a capacidade de atores das cadeias de suprimentos para atender os requisitos da EUDR, incluindo o uso de ferramentas inovadoras de monitoramento e rastreabilidade e em práticas de produção sustentável.
- Instrumentos financeiros: Ampliar a capacidade de acesso a recursos públicos e privados, com atenção à igualdade de gênero, para apoiar cadeias em conformidade com a EUDR.
- Sensibilização e intercâmbio: Compartilhar conhecimento e experiências entre setores público e privado sobre práticas em cadeias de produção livres de desmatamento e conversão
Por que isso importa para o Brasil
No Brasil, o projeto contribuirá para a ampliação de experiências relevantes voltadas à sustentabilidade, à rastreabilidade e à legalidade das cadeias produtivas da soja e da carne bovina. Para isso, promoverá o fortalecimento de instrumentos de políticas públicas e da governança, a ampliação do acesso a financiamentos públicos e privados para essas iniciativas e o desenvolvimento de capacidades de agricultores familiares e de técnicos de associações e cooperativas.
Contato
Maria-Olatz Cases, Sabine Triemer e Mirko Gamez